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De volta à escola com adaptações

A volta às aulas aconteceu nesta semana com adaptações e prevenções.

Na última terça-feira (27), o Chico voltou ao Colégio Pio XII, claro de uma forma bem diferente. A escola adotou muitas normas para voltar aos poucos, com muita segurança e prevenção. Os pais puderam optar por levar seus filhos uma vez por semana e a turma foi dividida, cada parte em uma data, justamente para não ter muitas crianças na sala.

Fizemos uma experiência e o Chico fez uma aula apenas com a professora. Os pais não puderam entrar, os professores, educadores ou assistentes pegaram o aluno na entrada e levaram até a sala. O Chico entrou apenas com os óculos, a máscara de pano, a máscara shield (protetor acrílico) e a sua garrafinha de água.

Segundo o que a escola informou, tudo é higienizado, tem álcool em gel disponível em todos os cantos e o material fica dentro de um saco plástico. Todas as crianças têm um kit individual, que ficam na escola. Quando acaba o uso, é higienizado.

O Chico tem uma hora disponível com a professora, depois ele vai até a sala dele, dá um “oi” para os amigos e vai embora. A turma dele está indo uma vez na semana, de forma dividida. A ideia é que ele continue assim e uma vez por semana tenha um apoio pedagógico com outra profissional, a Dani, na sala pedagógica do Espaço Rede T21.

Depois, em uma conversa com a professora Daniela, ela disse que a aula foi muito boa. A qualidade e a atenção do Chico sem interferência externa é outra. A professora disse que rendeu bastante, quando ela percebeu que ele estava cansado já haviam passado quase 40 minutos de aula.

Então, eles pararam, deram uma volta no rancho para matar a saudade da escola e dos espaços. Embora o pedagógico seja importante, também foi levado em conta o desejo dele em ter contato coma área dos animais, com a horta e os espaços de lazer.

Na hora de ir embora ele encontrou a amiga Martinha, os dois deram as mães e acompanharam a professora. Ele estava sentindo falta do convívio com os amigos. Foi e voltou contente.

Nova rotina de aulas online

Mais uma vez vindo falar dos dias em casa, nos cuidando e nos adaptando à rotina da quarentena. Nesta semana o trabalho pedagógico mudou o formato. Não é mais a aula do EAD fixa. Agora é via Zoom.

O colégio Pio XII mandou todo o material na última sexta-feira (10). Logo no começa da semana, na segunda-feira, os alunos começaram a fazer as aulas, como se fosse o horário normal da escola. Às 13h30 entram para participar das atividades pedagógicas com os professores.

Com o Chico fizemos uma adaptação. Às 12h45 ficamos online para falar com a professora individualmente, ela passa a rotina e faz uma atividade adaptada do contexto pedagógico. Ele participa do início da aula, que é a parte de reencontro, rotina de calendário e agenda e quando eles entram nas atividades gerais, nós saímos.

No final da aula, entramos novamente para ele participar do fechamento com a turma, às 15h. Depois de meia hora ele volta e faz uma atividade individual comigo e com a professora. Ele participa do coletivo, mas também do individual adaptado. É como se fosse a rotina do Colégio, mas no online.

A Paula, que é coordenadora do infantil, me ligou, conversamos e resolvemos seguir nesse modelo. A ideia é que ele participe do coletivo, não perca o vínculo, mas também faça o adaptado dentro do que ele precisa, que é trabalhar com imagens e sons. E está funcionando muito bem.

A escola não deve entrar em férias, então é provável que a gente continue com o ensino remoto. Aguardando a volta das aulas fisicamente. Mas estamos tentando deixar o mais próximo possível do que seria seguido no colégio.

Depois que deles participam das aulas pedagógicas, organizamos tudo para o lanchinho da tarde. No primeiro dia da rotina o Chico e a Antonia colocaram uniforme numa boa, mas a Maria Clara não quiser saber.


A única perda que estou tendo é não conseguir acompanhar 100% a rotina das meninas. Estou tentando estar com elas também para que façam a rotina pedagógica. Mas com elas é mais difícil, porque tenho que focar com o Chico nas atividades individuais.

Isso está me deixando bem chateada. Às vezes, coloco a babá para acompanhar as meninas, mas cada turma tem o seu zoom. Porém o foco ainda é no Chico.

O que tenho feito é trazer as meninas para acompanhar o Chico. Ele gosta dessa vivência com as irmãs. Eu tenho pensado também no individual das meninas. Então, o esforço nesta semana será esse, tentar participar das aulas com elas.

O que trago aqui são as partes boas e ruins. Nem sempre dá para conciliar tudo. E, por conta da necessidade, acabo dedicando mais tempo à rotina pedagógica do Chico. Vamos a cada dia tentando conciliar tudo!

Rotina de estudos em casa: a primeira experiência

Na última segunda-feira (23) começamos a tentar seguir um cronograma diário. Tenho lido que é muito importante manter a rotina. Vários médicos, inclusive o pediatra, neonatologista e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. Guilherme de Abreu, que é responsável pelo ambulatório de neonatologia do Hospital Israelita Albert Einstein, deu essa recomendação numa live que fiz com ele para a ONG Nosso Olhar.

Desde o começo da semana tem sido assim, estou tentado manter horários e tarefas. Depois do almoço as crianças escovam os dentes, colocam o uniforme da escola e começam as atividades.

Isso foi muito importante no primeiro dia, para o Chico se concentrar e treinar as habilidades. Ele botou a bermuda, a camiseta e depois foi pra salinha de estudo. O primeiro a fazer atividade foi o ele. Abaixo, detalhei a rotina por dia, depois vou atualizando aqui conforme formos avançando:

Segunda-feira: o Chico começou com uma tarefa de português, depois teve matemática, com uma leitura de caso. Aí, ele fez uma ficha de habilidades, trabalhando o corpo humano. Nessa tarefa o exercício foi com a representação das mãos, direita e esquerda. Dei um descanso e mais tarde ele fez a atividade de inglês “My name in Braille”. Ele fez com o pai e a proposta era escrever o nome dele em Braille.

Terça-feira: a rotina foi um pouco mais conturbada. A Maria Antonia não estava muito bem, então teve que fazer uma coleta para exame e isso mexeu um pouco com os horários. Novamente todos colocaram seus uniformes e depois começamos. Primeiro fizemos uma lição de matemática, adaptamos com os palitinhos. A proposta era trabalhar a lógica. Ele fez com o pai. Os dois colocavam os palitinhos nas mãos e escondiam. O papai tinha que adivinhar quantos tinham na mão do Chico. E ele tinha que fazer o mesmo com o papai.

Depois trabalhamos com um vídeo da Turma da Mônica sobre os bixinhos. “Sem abraço, sem beijinho, sem aperto de mão”, produzido pelo Márcio Araujo. A intenção era reforçar a importância do afastamento social, da limpeza, higiene e evitar cumprimentos. Não por falta de carinho, mas sim por prevenção e cuidado com a saúde.

Atividade de língua portuguesa sobre as partes do corpo.

Não paramos por aí, fizemos com o Chico uma leitura sobre as partes do corpo, trabalhando o feminino e masculino. E depois, uma atividade de língua portuguesa com o vídeo da música “Aniversário, do grupo Palavra Cantada. Por último, a professora de inglês mandou uma música com vídeo e ele adorou, cantou e se divertiu muito.

Desenho sobre a história do Camilão, o comilão.

Já o dia da Maria Clara foi mais leve. Ela assistiu o vídeo da contação de história do “Camilão, o comilão”. O livro original foi escrito pela autora Ana Maria Machado. E aí, ela fez um desenho com giz de cera para ilustrar a história que tinha escutado.

A Antonia como estava adoentada, não deixei que fizesse nenhuma atividade. Ela está com dor ao urinar, então fizemos exames para investigar se era alguma infecção.

Quarta-feira: a nossa rotina de estudos na salinha foi iniciada com o Chico. A primeira atividade foi de língua portuguesa, escrevemos palavras que começavam o fonema “ba” nos vídeos. Depois trabalhamos com reciclagem, fizemos chocalhos. E logo em seguida, o Chico assistiu a história da Princesa e a ervilha.

Aí veio a participação da Clara no vídeo de inglês cantando. Em seguida, os três fizeram a atividade juntos, que foi o bingo. A princípio era uma atividade da Clara, mas os irmãos quiseram participar. A Antonia já melhorou um pouco e participou de duas atividades com os irmãos.

O mais bacana na atividade de bingo é que o Chico ganhou um de aniversário neste ano, então não precisamos adaptar. Conseguimos que os três participassem. Ah, o Chico foi muito bem hoje na língua atividade de portuguesa. E, por fim, fizemos uma dancinha com os chocalhos, que serviu como atividade física no final.

Dia de Ação de Graças

Hoje é celebrado o Thanksgiving (Dia de Ação de Graças), data em que todos dão graças pelo ano que passou.  No Pio XII, Colégio que as crianças estudam, a coordenação mandou um bilhete aos pais explicando a celebração e convidando as famílias a participarem. A pedido da escola mandamos as crianças com roupas brancas e amarelas.

Segundo as informações passada pela escola, a origem da celebração é de 1621, quando os primeiros colonizadores americanos (pilgrims), juntamente com os índios, que os ensinaram a plantar o milho e a abóbora, comemoraram a farta colheita do ano.

Conforme o tempo foi passando a celebração ganhou ainda mais significados. Hoje, o dia é reservado para agradecimentos. As pessoas agradecem a Deus pela família, amigos e tudo conquistado. Até mesmo os momentos difíceis são compreendidos como forma de torná-las mais fortes.

A escola sugeriu também que lembrássemos a data no nosso lar, fazendo uma oração no jantar em família. Aqui, o Chico e a Maria Clara foram de branco e a Maria Antonia de branco e amarelo. Eles adoraram a ideia e se divertiram fazendo várias poses.

Sobre a data

Durante muitos anos a data ainda não era instituída como dia de feriado nacional. Em apenas em alguns estados como Nova York,  Massachusetts e Virgínia havia essa prática. Apenas em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou a quarta quinta-feira de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças.

A data sofreu uma mudança quando, em 1939, o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu que este dia seria celebrado na terceira semana de novembro, com um propósito de ajudar o comércio, aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal (na época, era considerada inapropriada a venda de produtos publicitários antes do dia de Ação de Graças).

Com estados divididos, o Congresso dos Estados Unidos, resolveu o impasse e instituiu que o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na quinta-feira, da quarta semana de novembro, e que seria um feriado nacional.

O Dia de Ação de Graças é destinado a passar o tempo livre com a família, fazendo grandes reuniões e jantares. É também um dia em que muitas pessoas dedicam seu tempo para pensamentos religiosos, orações e missas.

Nos Estados Unidos acontecem grandes desfiles e são realizados jogos de futebol americano. O prato principal do Dia de Ação de Graças geralmente é o peru, o que dá ao Dia de Ação de Graças o apelido de “Dia do Peru” (Turkey Day). Quanto aos doces, os mais comuns na data são os cookies.

Nonô em um dia de vivência no novo colégio

No próximo ano o trio estará completo na escola, serão muitas histórias

Ontem foi um dia de muitas novidades para a Maria Antônia. Ela já vinha pedindo para estudar na mesma escola que os irmãos e ontem participou de um dia de vivência no Colégio Pio XII. A visita foi com apresentação musical, já que ontem foi dia do músico. Ela está indo para o maternal I, a mesma turma que a Maria Clara também começou.

Ela estava na escola El Miguelito, onde os irmãos também estudaram. É uma escola de educação infantil. Ao lado dos irmãos, ela fez o caminho de entrada puxando a mochila de rodinhas, toda independente. Cada um estava com uma fantasia, o Chico foi de Batman, a Maria Clara de Ladybug e a Maria Antonia de princesa Ana, personagem do filme Frozen. A recepção foi ótima, por conta dos irmãos é um ambiente que ela já conhece. 

No maternal I tem o programa bilíngüe, tem uma hora no pedagógico, aula de musicalização infantil, aula de educação física, vivência na horta e vivência com os animais. É um Colégio que tem a preocupação de fazer uma construção com o aluno também fora da sala de aula. A escola é humanista, mas com muitos projetos.

Ao chegar lá, não teve timidez. Foi à sala da Clara, tirou foto com os amigos do Chico, interagiu, brincou, compartilhou o lanche com os amigos, não fez xixi na calça e foi ao banheiro. O melhor, depois do lanche ainda foi retocar o batom. As professoras falaram: “Nossa, ela é muito independente”. Ficaram impressionadas, pois ela faz tudo sozinha.

Encontrou a Marta- amigona do Chico- no ‘brinquedão’, abraçou, se divertiu e ainda fez pose para a foto. Também visitou a horta, os animais, viu o pavão, a arara- só teve medo do bode-, mas os amiguinhos do maternal a chamaram para brincar e foi ótimo. Ficou cansada no final, mas se deu muito bem. Agora a expectativa é para o começo das aulas na mesma escola que os irmãos, com certeza essas devem render muitas aventuras…

Um dia como atletas no NAR-SP

Nesta terça-feira (14), as crianças do Infantil II do Colégio Pio XII fizeram uma visita ao Núcleo de Alto Rendimento Esportivo de São Paulo (NAR-SP). Lá, funciona um centro de excelência esportiva, que visa potencializar o desempenho dos atletas brasileiros. Anualmente, eles atendem mais de 1500 atletas de elite de 75 provas diferentes.

Segundo o que nos contou a Dáfani, gerente administrativa do NAR, durante as Olímpias do Rio, em 2016, o centro atendeu 1/3 dos atletas olímpicos e 2/3 dos atletas paralímpicos brasileiros. Imagine o que foi para as crianças visitar um lugar assim… Sem dúvidas foi uma experiência muito bacana.

O NAR possui um programa chamado “Portas Abertas” onde recebe estudantes para vivenciar os valores do Esporte. Foi a partir desse programa que as crianças do Pio XII fizeram uma vivência de atletismo e Taekwondo. Eles simularam provas e correram. Até troca do bastão fizeram. Também puderam pisar no tatame e participaram de um treino onde aprenderam algumas técnicas e chutes de Taekwondo.

As crianças estavam muito empolgadas. Dava para notar o encantamento com tudo o que viam. Além disso, na simulação da competição fizeram a prova, esforçaram-se, torceram pelos outros colegas e incentivaram. Elas realmente estenderam o que é o espírito esportivo.

Além da experiência, o contato com atletas mostraram a eles os verdadeiros valores dos esportes, passados também aos familiares que estavam presente. Como registro desse dia incrível, os atletas Thiago Braz, campeão Olímpico no salto com vara e a Ana Claudia Lemos, uma das maiores velocistas brasileiras de todos os tempos, também participaram da foto.

O passeio rendeu tanto que deu para notar a alegria do Chico e da Clarinha ao chegarem em casa. Eles estavam muito animados. Amaram a experiência!

Final de semana com a família e amigos

Família reunida e encontros com os amigos fizeram do final de semana dois dias muito divertidos.

O nosso final de semana foi para lá de especial. Estive no seminário de mães com a querida Sumaia Thomas. Foi um evento enriquecidor para debater a maternidade com diversas mulheres incríveis. Não parou por aí.

Na escola das crianças teve o dia da família. Data comemorada sempre próximo ao dia das mães ou dia dos pais. A ideia é muito bacana, pois acolhe todos os formatos de família.

Nós havíamos separado uma foto nossa, e juntos fizemos o boneco do Chico, todo personalizado. Teve direito até a boné do Botafogo, nosso time do coração!

Foram propostas atividades lúdicas, passeio de bicicleta e oficinas. Olhe os diversos materiais da Faber-Castell. Todos nós nos divertimos!

A data foi uma ótima oportunidade para encontrar os professores e conversar. Foi muito bacana ver o carinho de todos com o Chico. Olha o beijo que ele deu na coordenadora Paula.

Ah, também tiveram alguns encontros com amigos. Com a Sosso, que usava um vestido florido. A Manu, que estava de camiseta rosa e a Olívia, de regata preta.

Olha a mamãe do Chico e o Luca. Essa história é incrível, o Luca entrou na escola porque a mãe nos acompanhava via portal. Ela viu que estava sendo feito um trabalho muito bacana de inclusão e resolveu fazer a matrícula. Com histórias como essa é que percebemos que nosso trabalho está valendo a pena!