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Desenvolvimento Escolar do Chico

Mais um semestre está chegando ao fim e recebemos o relatório de entrevista do colégio Franciscano Pio XII, que fala sobre o desenvolvimento do Chico nesse período do segundo semestre.
Em um resumo breve vou compartilhar com vocês esse momento que marca, nós mamães em ver como nosso pequeno está se saindo. 

No relatório diz que ele precisou de um pouco mais de tempo para se adaptar a professora nova, mais sempre com muito carinho, beijos, abraços, pedindo colo e aconchego. Tem autonomia em organização, sabe onde está cada item seu e guarda tudo sem precisar de ajuda. Ele é muito cuidadoso com os materiais dele, porém quando quer chamar atenção dos seus colegas ele joga lápis e brinquedos no chão, assim a professora retoma com ele que a postura adequada não é essa, ajudando ele a recolher do chão os brinquedos.

Ele está muito ativo nas brincadeiras em grupo, está interagindo, ouve muito, e consegue ter um desempenho melhor em grupo do que quando ele esta sozinho. Hoje o Chico consegue formar frases para se comunicar aumentando a cada semana a seu repertório. Reconhece seu nome, dentre os nomes dos amigos do grupo e participa das brincadeiras e pede para brincar com os amigos mais ativamente. Houve uma situação que o Chico se desequilibrou no parquê, pois o tênis saiu do seu pé e caiu no chão, e ele ficou bravo consigo mesmo. Depois de muito carinho e colo e explicação do que aconteceu ele se acalmou.
Em geral o feedback do colégio é muito positivo e todos nós estamos felizes com o desenvolvimento alcançado e ansiosos para o infantil II.

Entrevista Coordenadora Pedagógica – Paula Bon

A Paula Bon, orientadora pedagógica do Chico, respondeu algumas perguntas feitas pelo Down é UP sobre o que pensa e o que viveu em outra instituição.  Confiram na íntegra!

1 – Qual é a sua visão sobre a inclusão escolar da pessoa com SD?
Resp.: Acredito como educadora que devemos incluir todos, não apenas as crianças com SD. Existem vários tipos de inclusão , as que não são notórias/sindromáticas e que também devem ser incluídas.

2 – Como você considera a capacidade do aluno com SD participar das aulas na escola?
Resp.: Acredito que o aluno pode corresponder com grande sucesso, dependendo do trabalho e da forma como for incluído na escola. Entendendo que temos diferentes tipos de comprometimento, temos crianças que se alfabetizam e concluem o ensino médio. Tenho experiência em outra escola que trabalhei onde fomos adaptando o currículo junto com a família.

3 – Na sua opinião, qual seria a principal limitação do aluno com SD no processo de inclusão pedagógica escolar?
Resp.: Temos algumas limitações como a não expressão oral, dificuldade motora e auditiva. Para mim, são as que mais prejudicam o processo pedagógico.

4 – Qual é a sua perspectiva no que se refere a evolução e aprendizado do aluno?
Resp.: As conquistas dele com ele mesmo. Quais os avanços que vai conseguindo dentro das metas que destacamos para cada ciclo. A cada sucesso muito incentivo.

5 – Qual a melhor faixa etária para inclusão de crianças com SD no ensino escolar?
Resp.: Não vejo uma idade melhor para começar. Acredito que o direito da criança com SD é igual a todos de ingressar na educação infantil a partir da idade que cada escola atende , se tiver berçário, no berçário, se tiver maternal, no maternal.

Os avanços do Chico na escola

Como já falamos aqui em alguns posts acompanho sempre a cada semestre o desenvolvimento do Chico na escola e terapias, com reuniões periódicas.  Defendo que sua educação tem com base um triângulo composto pela família, escola e terapeutas e que a cada dia ele aprende e que cada evolução deve ser vista de forma única.

E na reunião de fechamento de 2017 fiquei muito feliz com o que os professores me passaram. Claro que não faltou choro nas reuniões, mas foram lágrimas de felicidade.

Escutar da professora de artes, Adriana que ele está super adaptado com as texturas, algo que para ele não era fácil de lidar foi gratificante. E que o do desenho está tomando formas que expressam o seu sentimento, me fez encher os olhos. E a Teacher de inglês que ele um dia saiu da sala e fez o sinal de tchau com as mãos e falou” bye bye”.
Sem falar nas novas palavras bem articuladas que a professora Kelly pode vivenciar em sala de aula.

E os alongamentos na aula de educação física  O desfralde feito e que hoje não é mais uma preocupação pois ele já pede para ir ao banheiro.  Isso só traz a certeza de que estamos no caminho certo e cercados pois pessoas do bem e cada um tem seu tempo e cada ser e único.

Foi um ano de muito desenvolvimento para ele não só no motor, na linguagem verbal mas no cognitivo pois ele cada vez mais se mostra atento a tudo. O que nos deixa mais feliz é sua segurança no meio que ele convive.
Sempre com seu sorriso cativante e sendo essa criança doce.

Segue fotos dos seus trabalhos deste ano.

 

Conheça Luana, jovem de 22 anos que tem Síndrome de Down e cursa fisioterapia.

“Eu quero ajudar as pessoas, a melhorar tudo. O meu foco é nas crianças, de várias síndromes, doenças, e estou de braços abertos para tudo”, diz Luana de Moura, que vê o objetivo de ser fisioterapeuta se aproximar cada vez mais.

Ela fala com convicção que montará uma clínica e cuidará de seus pacientes. “As minhas mãos são muito talentosas” diz a jovem.

Luana estuda na Clínica de Fisioterapia da Universidade de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, e não fez da Síndrome de Down uma barreira para seguir seus sonhos.

Campus da Estácio da Barra oferece aulas de gastronomia e fotografia para alunos com Síndrome de Down

A coordenadora de Nutrição do campus, Claudia Cruz, diz que a concentração dos alunos ao manusear uma faca e a preocupação ao botar a panela no fogo são impressionantes.

O depoimento é sobre os 13 alunos da oficina de gastronomia ‘Saber do Sabor’, que se destina à pessoas com Síndrome de Down, e ocorre às quartas-feiras desde 2014 (e está com as inscrições abertas permanentemente).

Além do curso de gastronomia, o campus também oferece aulas de fotografia, que ocorrem às segundas-feiras, ambos são provenientes de uma parceria com a Sociedade Síndrome de Down (SDD), que é uma organização sem fins lucrativos.

O bom é que não são só os alunos que aprendem com as aulas, pois os professores também acabam aprendendo novas formas de comunicação e ensino.

A proposta do curso de gastronomia é ensiná-los a preparar comidas saudáveis. A cada aula a professora ensina de duas à três receitas e o modo de preparo de um suco de fruta.

Além disso, também fazem parte do ensino técnicas para higienizar saladas e idas ao supermercado, onde eles recebem dicas de como fazer compras.

Muitas mães de alunos afirmam que eles adquiriram mais responsabilidade, força de vontade e mais facilidade para aprender.

Os interessados precisam passar por uma entrevista com a presidente da SDD, Marilza Wunder, na qual ela avalia se o candidato está preparado para os cursos, inclusive emocionalmente. A mensalidade é de R$ 576,84, e as aulas duram três horas.

Diversão e estímulos no nosso fim de semana.

E no último fim de semana tivemos muita diversão e bagunça. Mas como adoramos compartilhar tudo vocês vamos contar em detalhes nossas aventuras.
Sábado mesa do café pronta e Chico e Clara devoraram a fruta predileta deles, a banana (Vitaminas A, B e C são alguns dos nutrientes presentes na banana. A presença de três tipos diferentes de açúcares naturais, sacarose, frutose e glicose, fazem com que seja uma ótima fonte de energia para o organismo, fornecendo 90 calorias a cada 100 gramas. Essa é uma fruta perfeita para abaixar o nível da pressão sanguínea por ter uma alta quantidade de potássio e uma pequena de sal. Também é rica em fibras dietéticas, o que ajuda bastante na digestão. Além disso, ajuda no fortalecimento dos ossos por causa do Cálcio e do Magnésio presentes. Como é rica em Ferro, previne a anemia já que o mineral auxilia na produção de hemoglobina. A banana também tem o benefício de reduzir estresse e depressão e melhora a visão graças a Vitamina A e ao betacaroteno. Ainda contém diversos outros sais minerais como Manganês, Zinco, Fluoreto.) e claro as torradinhas integrais com queijo de búfala não faltaram. Preparamos a mochila e fomos para a mostra de artes do colégio. A escola estava toda enfeitada e com o tema natureza e as salas de aula com os trabalhos do semestre. Antes de circularmos para ver as artes dos pequenos assistimos a uma peça de teatro com marionetes e personagens, Chico não quis ficar assistindo e preferiu brincar no Parque. Já a Clara adorou a peça, depois vimos os trabalhos do Chico e ele estava animado em mostrar suas artes.
Muita textura, cores e colagens faziam parte desta mostra e ficamos felizes em ver que o Chico está aceitando o manuseio de materiais com textura e tintas. Como falamos em um post anterior ele tinha um pouco de incomodo em sujar as mãos.
Além da mostra várias oficinas estavam sendo feitas e a que as crianças adoraram foi a de pintura no vasinho de planta. E tem mais, papéis com frases que se abrem em formato de flor sendo colocados em uma bacia com água. E Chico tira a seguinte frase: superar limites. Perfeita né? 
E cansados de tanta animação foram para a casa em sono profundo. E não para por aí, sábado à tarde preparamos nossa caixa para o piquenique de domingo. Chico ficou eufórico e muito animado para a aventura.
Acordamos domingo super cedo e seguimos para o Solo Sagrado (colocar localização) e chegando lá caminhamos pelos jardins maravilhoso do local até chegarmos ao templo central e assistirmos a saudação do dia. Muito lindas as palavras do mestre da igreja messiânica. Chico e Clara participaram da oficina de plantio de mudas. Adoraram mexer na terra e logo após sentamos para nosso piquenique. Chico andou descalço pela grama, isto ajuda bastante no arco plantar dos pés, dando mais equilíbrio no caminhar. Ufa, quanto agito né. Ah e tivemos a companhia da nossa pequena Antônia.
Foi ótimo nosso fim de semana e as crianças adoraram. Muita diversão, contato com a natureza e muitos estímulos para nosso Chico.

Oba nova turminha. Chico vai para o maternal!

E no final do mês de julho, enlouquecida com três filhos, a diretora da escola me liga e fala que o Chico pulará de classe, passará para o maternal. Ficamos muito felizes pois ele demonstrou muitos progressos no primeiro semestre. Desde o desfralde no verão, até a melhora motora e seu desenvolvimento cognitivo.

No começo do ano fizemos uma reunião com a equipe pedagógica e seus terapeutas para avaliarmos se ele teria que mudar de classe, pois estava atrasado um ano de acordo com a idade. É uma regra do MEC terminar o ensino infantil com seis anos. Então em algum momento ele deveria se adequar. Achamos melhor aguardar este ano, mas ele foi tão bem no primeiro semestre que agora nas férias ele fez sua adaptação na turminha nova. Dois dias e ele já está super à vontade, com esse sorriso cativante com a professora e seus novos amiguinhos. E a novidade da aulinha de inglês? Só sorrisos e muita maturidade para um pequeno de 3 anos e seis meses. Tive o cuidado de acompanhar de perto a primeira semana e marquei com os professores uma conversa para nos asseguramos que esta mudança não seria traumática.

Como sempre foi uma experiência única e que nos deixou muito felizes em ver mais um progresso.

Os aprendizados do Chico na escola

Hoje temos o post para contar como estão os aprendizados do Chico na escola, sempre alinhado com o trabalho das terapias individualizadas.
Gosto de sempre frisar que existe uma conexão entre família, escola e terapia. O amparo emocional na primeira infância é muito importante e nós, pais temos que estar atentos com os educadores na formação deste processo. Com o Chico o olhar se amplia pois cada aprendizado deve ser conduzido com muita atenção, cuidado com suas dificuldades cognitivas para não deixá-lo frustrado e passar segurança para ele são pontos chaves. É claro que as terapeutas em conjunto com a pedagoga escolar, que auxiliam sempre no crescimento. Quero atualizar vocês leitores das atividades que ele em feito.
Muita colagem, trabalho de arte com tintas, texturas, algo que ele tinha muito receio e resistência. Aprendizado das vogais e números que são aplicados nas terapias e nas atividades escolares. A parte de leitura sempre estimulada com a hora do conta, dia do livro e em casa muitas leituras nos horários livres. A sua autonomia na hora das refeições melhorou muito, as pinças finas estão ótimas. E o mais incrível é ver como ele se sente seguro nas terapias, com seus colegas e em casa com sua irmã Maria Clara. Aliás ela tem incentivado muito ele de forma inconsciente. Ele segue padrões de repetição com ela, tanto na fala quanto na parte cognitiva. E o mais legal ela está na mesma escola que ele na turma ao lado e sempre vejo o processo de interação dos dois na entrada e saída. Vejam essas fotos. Fico emocionada.
Agora um pouquinho do caderno que vai e volta toda a semana, serve como um diário dele para acompanharmos em conjunto com a escola/terapia/família as atividades feitas. Essa dica é legal para as crianças, ajuda muito em qualquer falha de aprendizado que a a criança estava tendo. Essas são as dicas de hoje. Boa leitura. Lembre-se cada criança tem seu tempo.

 

 

Musicalização, a evolução e o aprimoramento do Chico.

No post de hoje viemos relatar um pouco da evolução do Chico em relação às aulas de música! Um pouco não, a evolução é constante e muito grande.

O Chico já entra na sala sozinho, sem ajuda de ninguém e está ainda mais desenvolto. Como falamos neste post aqui, as aulas de música são importantíssimas pra sua evolução e coordenação, vejam os vídeos e fotos que separamos pra mostrar tudo isso.

Todos os meses iremos manter vocês atualizados em relação há alguns assuntos, como é o caso da musicalização, caso tenham alguma dúvida ou sugestão, escrevam pra gente através do contato@chicoesuasmarias.com.br

Musicalização

Este post vem repleto de alegria. Sabem porquê? O Francisco começou a aula de Iniciação à Musicalização. Claro, que os benefícios serão muitos, desde o desenvolvimento da concentração, habilidades motoras, psicomotricidade, cognição e muito para a audição e fala, além da diversão. Lembrando que o Chico tem uma perda auditiva da orelha direita, que interfere no progresso da linguagem verbal. O mais legal que queremos dividir foi a alegria dele nesta primeira aula. Entrou sozinho com o professor na sala, deu um forte abraço nele e fez os seus 50 minutos de aula com os olhos brilhando. Sentou para tocar piano, tambor, adorou o xilofone e tocou a nota DÓ, trabalhando a parte melódica da aula. Conheceu vários instrumentos e sem esquecer o trabalho feito na parte de pulsação e rítmica, desenvolvendo as habilidades psicomotoras.
Estamos felizes por mas este avanço na sua vida e adoramos dividir esses momentos. Vejam as fotos e vídeo.
Obrigada professor Rodolfo pelo carinho neste primeiro dia.


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