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Pandemia: como estamos lidando?

Em meio à pandemia causada pelo novo coronavírus, nos unimos e nos fortalecermos enquanto família e rede.

Este cenário de pandemia é algo novo para todos nós, mas precisamos lidar com isso e refletir sobre o que estamos passando. O mais difícil é saber como se comportar diante das crianças. Aqui em casa, por exemplo, temos uma rotina. Horário de acordar, tomar café, ir as atividades e, no caso do Chico, ir às terapias, e mais tarde à escola. Depois que as aulas e atividades foram suspensas surgiu o desafio de conciliar tudo no mesmo ambiente. As crianças estão em casa, eu estou e o papai também.

O primeiro desafio foi explicar que não estão de férias e estamos em casa para não ficarmos doentes. Essa é a recomendação que muitos especialistas dão, claro que vai de acordo com a idade de cada criança. A maneira para explicar não deve ser em tom de susto e sim para informar, tudo isso numa linguagem adequada. Outro ponto é entender que a maioria das famílias estão passando por isso.

Por aqui, as reuniões de trabalham continuam, tudo online. Às vezes tem uma criança no colo, o outro quer falar e a outra participar. Risos.  Mas vejo isso como algo positivo. Somos humanos, temos filhos e isso é real. Estamos vivendo um momento onde preservar a saúde da família é o mais importante e vamos nos adaptando.

Tenho lido bastante informações e acessado muitos conteúdos. Assim como disse o pediatra responsável pelo ambulatório de prematuridade do Hospital Albert Einstein, Dr. Guilherme de Abreu, mais cedo, numa live que fizemos juntos na ONG Nosso Olhar, o momento agora é de se alimentar bem, tentar manter a mesma rotina, hidratar-se e cuidar da saúde.

Cada vez mais tenho trabalhado para o coletivo e agora é o momento para fortalecer isso. Aqui em casa, estou propondo diversas atividades para as crianças fazerem e outras que envolvam toda a família. A Campanha “Nós decidimos”, que lançamos nesta semana retrata bem isso. Chamamos as famílias para fazerem juntas. A ideia é aproveitar as nossas redes para levar informação e compartilhar ideias com muitos pais.  

A primeira experiência que tivemos em casa foi com um material da Faber Castell. Compramos a caixa de esponjas divertidas, um kit da linha ‘Creativity For Kids’. O material é ótimo para explorar o lúdico, a imaginação e deixar que eles coloquem a mão na massa. Além da diversão, as crianças aprendem as cores, as formas e trabalham com várias texturas. O material é lavável e atóxico. No kit vem as tintas guache, as esponjas e o rolinho. Com certeza ajuda no desenvolvimento deles.

A atividade foi muito bacana. As crianças desenharam, pintaram, criaram, se sujaram e foi tudo muito divertido. A tinta lavável nos tirou qualquer preocupação. Por falar em Faber Castell, a empresa está com uma iniciativa muito bacana nas redes sociais. Pensando nesse momento de ficar em casa, liberaram acesso gratuito a todos os cursos da plataforma online. Lá, há diversas opções para estimular a criatividade, para adultos e crianças. Neste link, você pode acessar os cursos e deixar a imaginação florescer!

Coronavírus: como estamos nos prevenindo

Por aqui os cuidados já estavam sendo tomados, agora é hora de intensificar.

Há duas ou três semanas tenho praticado alguns hábitos em casa para garantir que as crianças mantenham a imunidade alta. Já nos alimentávamos bem, sempre comemos verduras, legumes e frutas. As atividades físicas também sempre fizeram parte das nossas rotinas, tanto a nossas, pais, como no dia a dia das crianças.

O nosso trio já consumia castanhas e introduzíamos na água cinco gotas de extrato de própolis sem álcool- pela manhã e à noite. Agora, estamos suplementando com zinco (biozinc) e potencializamos o consumo de vitamina C, dando suco de laranja pela manhã e também gotinhas de Cewim.

E, por recomendação da Dr. Patrícia Salmona – que é pediatra das crianças – eles tomam uma vez por semana o Oscillococcinum, um fitoterápico. Temos o costume de limpar bem o nariz de cada um deles, para as vias nasais estarem livres.

Usamos uma mistura de um vidrinho de soro com 4 ml de água rabelo, que é natural. Passamos antes deles saírem de casa e quando retornam. Outro ponto importante é pensar na hidratação. Nós incentivamos que ele tomem bastante água.

A higienização das mãos também é fundamental. Sempre mandamos um potinho de álcool em gel na mochila e na lancheira. Agora, mais do que nunca, é necessário. Toda a parte de assepsia também já estava sendo feita.

Na última semana, providenciamos a reserva da vacina da gripe em uma clínica do bairro que moramos, pois também há muitos casos de H1N1. Assim que chegarem, vamos vaciná-los. Então, é sempre importante lembrar: Imunidade alta é resultado de boa alimentação e bons hábitos!

Vamos nos cuidar!

Ilustração: Freepik (com adaptação e tradução)

Visita das crianças ao zoológico

Na última quinta-feira fomos ao zoológico de São Paulo com as crianças e os amiguinhos. Eu já havia visitado quando o Chico era bem pequeno. Agora voltei para trazer a turma toda. Achei tudo muito limpinho e organizado. É importante destacar que, passamos por um guichê preferencial, o Chico não pagou e eu paguei meia entrada por ser acompanhante. Os funcionários foram muito atenciosos.

No site tem a observação com o texto da Lei que diz: Para ter o benefício, é necessário a apresentação, no momento da compra do ingresso, do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social ou laudo de avaliação médica que ateste a deficiência, ambos acompanhados de documento de identificação com foto. Consideram-se pessoas com deficiência aquelas portadoras de deficiência física, visual, auditiva, mental ou múltipla, conforme definições contidas no artigo 4º do Decreto nº 3.298/1999.

Na hora não fizeram exigências para comprovar a Síndrome de Down, a funcionária viu que ele tem a T21 e logo nos orientou. Não pediram carteirinhas ou qualquer outro comprovante. Não tive problemas como já tive em outros lugares. 

O espaço é bem grande e arborizado, é um passeio que dura o dia todo, são quase 4 km de alamedas. Nós não fizemos ele completo, ficamos só até a hora do almoço porque as crianças já estavam bem cansadas. Tem muita sombra, então dá para fugir um pouco do sol quente – durante esses dias tem feito muito calor em São Paulo.

Tinha bastante gente, o que é normal em período de férias, mas nada que tenha tirado o conforto do passeio. São mais de 250 espécies. Vimos os macacos, os rinocerontes, o tamanduá, o leão, o tigre, a girafa, a zebra, as aves e outros diversos animais. O local é acessível, tem rampas, banheiros adaptados. Inclusive me chamou atenção a diversidade. Haviam muitas pessoas com diversas deficiências. 

Chegou a um ponto do passeio que a Antonia virou e falou: 

-Não mamãe, esse não é o tigre, o tigre é laranja. 

Então, eu virei e expliquei:

-Esse é o tigre branco. E demos risada!

O mais bacana é ver as reações das crianças. Elas para, olham, ficam um tempo observando e depois vêm os comentários e pérolas, muito engraçados. Imagino que passam mil coisas na cabeça de cada um, soltam a imaginação. No nosso caso todo esse sentimento foi compartilhado com os amiguinhos, eles terão muitas memórias em comum e histórias para contar.

Achamos esse passeio uma ótima opção para aproveitar um dia das férias escolares, nessa vida corrida que vivemos, é importante reservar um tempo para passeios que tenham maior contato com a natureza. Os diversos animais, as fotos, o passeio, a companha dos amigos, tudo isso combinou para tornar o passeio muito prazeroso. 

Quer aproveitar e levar as crianças?

O Zoológico de São Paulo funciona todos os dias da semana ( de segunda-feira a domingo), inclusive feriados e emendas. Horário: das 9h às 17h

Fechamento da bilheteria: 16h30min

Você também pode agendar uma visita monitora com roteiros distintos, adequados à faixa etária da turma que irá com você.  

Endereço: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda, São Paulo/SP.

Preços

  • Adultos ou crianças acima de 12 anos – R$ 45,00
  • Crianças de 6 à 12 anos – R$ 20,00
  • Crianças até 5 anos – Gratuito
  • Pessoas com deficiências – Gratuito
  • Acompanhante (se necessário) de Pessoa com Deficiência – R$ 20,00
  • Idosos (a partir de 60 anos) e estudantes portando documento de identificação estudantil vigente – R$ 20,00
  • Professores, Diretores, Coordenadores Pedagógicos, Supervisores e Titulares de Cargos do Quadro de Apoio das Escolas das Redes Públicas Estadual e
  • Municipais de Ensino, portando Carteira Funcional emitida pela Secretaria da Educação, ou pela apresentação do holerite do Servidor – R$ 20,00
  • Lá no site www.zoologico.com.br tem mais informações sobre os animais, sobre as visitas, agendamentos e etc.

Dia de Ação de Graças

Hoje é celebrado o Thanksgiving (Dia de Ação de Graças), data em que todos dão graças pelo ano que passou.  No Pio XII, Colégio que as crianças estudam, a coordenação mandou um bilhete aos pais explicando a celebração e convidando as famílias a participarem. A pedido da escola mandamos as crianças com roupas brancas e amarelas.

Segundo as informações passada pela escola, a origem da celebração é de 1621, quando os primeiros colonizadores americanos (pilgrims), juntamente com os índios, que os ensinaram a plantar o milho e a abóbora, comemoraram a farta colheita do ano.

Conforme o tempo foi passando a celebração ganhou ainda mais significados. Hoje, o dia é reservado para agradecimentos. As pessoas agradecem a Deus pela família, amigos e tudo conquistado. Até mesmo os momentos difíceis são compreendidos como forma de torná-las mais fortes.

A escola sugeriu também que lembrássemos a data no nosso lar, fazendo uma oração no jantar em família. Aqui, o Chico e a Maria Clara foram de branco e a Maria Antonia de branco e amarelo. Eles adoraram a ideia e se divertiram fazendo várias poses.

Sobre a data

Durante muitos anos a data ainda não era instituída como dia de feriado nacional. Em apenas em alguns estados como Nova York,  Massachusetts e Virgínia havia essa prática. Apenas em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou a quarta quinta-feira de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças.

A data sofreu uma mudança quando, em 1939, o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu que este dia seria celebrado na terceira semana de novembro, com um propósito de ajudar o comércio, aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal (na época, era considerada inapropriada a venda de produtos publicitários antes do dia de Ação de Graças).

Com estados divididos, o Congresso dos Estados Unidos, resolveu o impasse e instituiu que o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na quinta-feira, da quarta semana de novembro, e que seria um feriado nacional.

O Dia de Ação de Graças é destinado a passar o tempo livre com a família, fazendo grandes reuniões e jantares. É também um dia em que muitas pessoas dedicam seu tempo para pensamentos religiosos, orações e missas.

Nos Estados Unidos acontecem grandes desfiles e são realizados jogos de futebol americano. O prato principal do Dia de Ação de Graças geralmente é o peru, o que dá ao Dia de Ação de Graças o apelido de “Dia do Peru” (Turkey Day). Quanto aos doces, os mais comuns na data são os cookies.

A Gi conta como é ser babá do Chicão e de suas irmãs

Baba há 25 anos, Girlene de Moraes começou na profissão em sua adolescência, saiu um pouco e depois voltou. Dentre as muitas coisas que já fez na vida, ela descobriu que cuidar de crianças é a sua verdadeira paixão. A Gi, como é chamada carinhosamente por todos, tem dois filhos, já adultos. Os netos não virão tão cedo, pelo menos não é uma vontade dos filhos agora, por isso ela tem as crianças como se fossem seus próprios netos.

Ela começou a trabalhar para os pais do Chicão quando a Maria Clara nasceu, a irmã do meio. A pequena tinha apenas 24 dias. (Isso já faz quase quatro anos). Quando a mamãe apresentou o Chico, a Gi contou que foi muito emocionante.

“Quando a Thaissa apresentou o Chico foi assim, impressionante. Porque ele é um garoto muito especial. Não é qualquer pessoa que enxerga esse amor tão singelo dele, tão simples. Na verdade, a especial sou eu, porque Deus me deu a oportunidade de trabalhar com ele”, contou emocionada. Para conhecer um pouco sobre essa pessoa tão especial na vida do Chico, fizemos algumas perguntas:

Down é Up: Como foi o primeiro contato? Ele se acostumou facilmente?

Girlene: Eu vim através de uma agência. A princípio, não sabia o que era a síndrome de Down. Na verdade, vim para cuidar da irmã dele. Quando cheguei, a Thaissa disse que precisaria de uma ajuda com o Chico, mas que era muito presente. Ela me apresentou a ele. Apesar de nunca ter trabalhado com crianças com síndrome de Down, já havia lido sobre. Eles são crianças normais, a única coisa que muda é o aprendizado. O dele é um pouco mais lento em relação às irmãs. Minha adaptação foi muito fácil, porque trabalhar com o Chico é muito tranquilo. Ele recebe as pessoas muito bem. Quando comecei a trabalhar com a Clara, ele mesmo já se aproximou. Eu percebia que ele queria deitar com a gente para dormir. Fiquei com um pouco de receio, porque não é toda mãe que deixa essa aproximação da criança com a babá, mas senti que com essa família não iria ter isso.

D: Você sempre ficou com as crianças no período da noite?

G: A primeira vez que vim foi para cobrir uma folga. Aí, ela (a Thaissa) me contratou para os finais de semana. Ficava com eles desde a noite de sexta-feira até a manhã da segunda-feira. Fui ganhando a confiança da família e passei a ficar à noite, e também viajava com eles. Como já tenho 51 anos pedi para diminuir a carga. Hoje fico com eles à noite, só para dormir. Dormir entre aspas. Risos. Cada um tem o seu horário de fralda, mamadeira, então acabo não dormindo, pois são três bebês para mim. Já me acostumei e gosto de trabalhar nesse horário. Já vim de outras casas que trabalhava à noite.

D: Você acompanhou a fase do desfralde e as outras, como foi?

G: Foi muito tranquilo. Eles são crianças muito tranquilas e educadas. Lógico que eles aprontam. Quando o Chico apronta, eu brigo. E quando as irmãs aprontam, brigo do mesmo jeito. Se tiver que colocar de castigo, também coloco. O Chico é muito engraçado, quando dou bronca ele diz: – “tá bom, Zi”. É muito fácil trabalhar com essa família porque eu ajudo a educar. Não sou a babá só para trocar foto, ajudo na educação. A Thaissa e o seu Alexandre permitem isso. Eu trato eles como se fossem meus netos. Eu educo, dou bronca, mas dou muito carinho também. Tanto que quando chego é uma loucura. Quando falo que não vou, é um ‘chororô’. Você percebe que a criança gosta, né? Percebo que eles têm um carinho grande por mim.

D:Como é essa questão do afeto, do carinho? Você acaba acompanhando as lições de casa, por exemplo?

G: Olha, a Thaissa é muito presente, apesar de trabalhar fora. Em questão de lição de casa, ela e o Seu Alexandre fazem questão de estar juntos. Às vezes pedem minha ajuda, mas eles fazem questão de acompanhar essa parte. Afeto, nossa não tenho palavras. É saber que Deus está ao meu lado todo o dia, pelo amor dessas crianças. É um carinho tão simples e ao mesmo tempo tão grande. Quando chega o final de semana peço sempre para a Thaissa mandar fotos. Eu sinto saudades deles. Eu nem vejo como trabalho. Vir dormir com eles é como se eu estivesse fazendo uma visita, na casa de alguém que amo muito. Tem briga para dormir comigo. Risos. Um dia é um, no outro dia o outro. A sexta-feira é o dia da cabana, então eu faço a cabana e dorme todo mundo no chão. É uma festa!

D: Percebi um pouco dessa questão educacional. Você que cria essas atividades, você pesquisa?

G: É assim, como tive dois, sempre fui muito moleca, muito bagunceira. Gosto de fazer cabana, de aprontar com eles. A Thaissa também gosta muito dessas brincadeiras. Aí combino com ela, se vai demorar ou não, e quando ela chega montamos a cabana. Estico um lençol e aí contamos histórias e inventamos um monte de coisa.

D: Como é o seu olhar sobre o Chico? Ele cresceu. Já mudou muito?

G: Então, quando eu cheguei o Chico praticamente não falava nada. Ele só tinha dois aninhos. De lá para cá a evolução foi tremenda. Ele aprendeu a andar. Todo o exercício de colocar na cadeirinha e levantar, eu também participei. Hoje ele monta frases e a gente vibra com isso, com o desenvolvimento dele. A evolução dele é cada dia melhor.

D: E a relação do Chico com as irmãs?

G: É apaixonante. Eu vejo a Clara como a chefe da gangue, ela manda e desmanda. Risos. Eu chamo eles de gangue. A Maria Antonia está indo pelo mesmo caminho. O Chico é assim: Quando ele acorda abraça todo mundo, quer beijar todo mundo. Ele vai até a cama da Clara e se ela está dormindo, ele abraça e beija. Pega a Nunu (apelido da Maria Antonia) abraça e beija. Como a altura deles é diferente, quando ele vai abraçar é pelo pescoço, a gente: – “Calma, Chico! Desaperta”. Mas assim, o carinho que ele tem por elas é maravilhoso, é de amor. O delas é diferente. É um carinho com cuidado e amor. A Clara sai e fala: – “O Chico não pode fazer isso, não pode comer aquilo”. As vezes, até brinco: – “ Vamos comer uma coisa que tenha corante, Chico?” Ela já vira e fala: – “O Chico não pode comer corante”. Ela sabe das limitações do Chico. E a Maria Antonia está no mesmo caminho. Quando a Clara bate no Chico, a Antônia interfere. Se a Antônia bate nele, a Clara interfere. Elas cuidam muito dele, e ele também cuida muito delas. Se alguém vai e tira alguma coisa da Clara, ele vem para brigar com a pessoa. São todos assim. Vejo uma união muito grande entre os três. A Thaissa deixa isso claro para eles, que são irmãos, não podem brigar. Brigou? Tem que pedir desculpas e se abraçar. Acho legal isso!

D: Tem alguma coisa que gostaria de falar?

G: O que posso falar é que foi um presente de Deus trabalhar com essa família. Passei por quatro ou cinco famílias, mas nenhuma foi igual. Tanto que falo para a Thaissa: – “Thaissa, vou me aposentar aqui”. Saindo daqui, não pretendo trabalhar para mais ninguém. É como se eu estivesse fechando o meu ciclo de babá, com chave de ouro. Agradeço a Deus pela Thaissa, pelo seu Alexandre e pelas crianças. Os avós são maravilhosos. Eu realmente caí numa família abençoada. E o Chico foi um presente na minha vida!