A Síndrome de Down tem forte relação com a Odontologia. A criança portadora do Down assim como outra criança qualquer, deve ser levada ao dentista no primeiro ano de vida. O Chico por exemplo iniciou seu tratamento há três meses por questão do palato estreito e da mordida cruzada. Ele irá utilizar o aparelho durante um ano, onde ajudará na linguagem oral, respiração e posicionamento de língua dentro da boca. No início ele passou por consultas semanais para adaptação com um uso médio de no mínimo 15 minutos, até chegar a 2 horas com supervisão odontológica sempre. Após a retirada deve-se higienizar a boca e limpar o aparelho. A cada 15 dias é necessário colocar na água oxigenada para limpeza profunda.

Para casos especiais o profissional deve estar sempre atento algumas coisas, como por exemplo o atraso na erupção dos dentes, baixa incidência de cáries e alta suscetibilidade a doenças periodontais.

As manifestações orais na síndrome de Down incluem as mandíbula e cavidade bucal pequena, palato estreito alto e ogival e língua geográfica. É bem comum que a postura da língua seja aberta, devido a uma nasofaringe.

Em média, 80% dos pacientes com Síndrome de Down apresentam alteração na estrutura dentária. Como já falamos, as doenças periodontais em pacientes com a Síndrome são mais presentes, então por este motivo a importância da higiene bucal é ainda maior.

 

 

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